A saída do ministro Ricardo Lewandowski da pasta da Justiça e Segurança Pública é, sem dúvida, uma grande perda para o governo.
No entanto, demonstra a grandeza de um homem público que sempre honrou seu trabalho por onde quer que passe, STF, cátedra ou ministério.
Poderia ter esperado a reforma ministerial, mas preferiu sair em um momento positivo, quando Lula vetou o famigerado PL da Dosimetria e assim dar sua missão como cumprida.
Rumores já falam na possibilidade do governo convidar Rodrigo Pacheco, ex presidente do Senado, para o cargo; mais discretamente há quem sugira o nome de Camilo Santana, atual titular do MEC.
Bem, a julgar pela conversa avaliada como positiva, entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que teve como resultado a pavimentação do caminho da aprovação de Jorge Messias para o STF, é bem provável que Alcolumbre tenha quebrado sua resistência ao ver seu candidato a vaga para a Suprema Corte como favorito a ocupar um dos cargos mais estratégicos neste ano.

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