Dessa vez, o furibundo e trambiqueiro pastor Silas Malafaia nem pode acusar o ministro Alexandre de Moraes de persegui-lo, já que este apenas da curso a uma reclamação.
Moraes cumpre seu dever de servidor público, dando curso à reclamação feita por diversos generais de 4 estrelas, que se sentiram ofendidos quando chamados pelo histérico falso religioso de 'frouxos'.
Malafaia usou o dinheiro dos fiéis para promover ato golpista, no palanque do malsinado ato declarou que os generais "não honravam a farda que vestiam", inconformado porque os mesmos não deram aval ao golpe boçal.
Aí, os fardados entraram com uma representação na Procuradoria Geral da República, representação aquiescida e encaminhada pelo PGR ao ministro Alexandre de Moraes, a quem cabe relatar todas as representações sobre o tema golpe.
Moraes intimou Malafaia a dar explicações do porquê julga que os generais desonram suas respectivas fardas; dependendo dessas explicações, ou arquiva-se o caso ou dá curso à reclamação, o que, neste caso, torna o histérico pregador réu.
Se condenado, Malafaia corre o risco de ser atingido na parte mais sensível de seu ser, o bolso, na medida em que, além da retratação pública, deve ser cobrada gorda indenização por danos morais pelos ofendidos, ao que parece, 14 generais de 4 estrelas. Credo!

Nenhum comentário:
Postar um comentário