Donald Trump segue sendo uma dor de cabeça para os democratas, que ora governam os EUA, mais precisamente para Joe Biden.
Envolvido até o pescoço na guerra da Ucrânia, tentando dar à OTAN o mesmo valor que essa organização exterminadora tinha há uns vinte, trinta anos, o atual presidente perdeu apoio significativo de segmentos da população.
Enquanto Trump segue imbatível entre os republicanos e ninguém mais duvida que o ex presidente será o candidato do partido ainda mais conservador que o atual no governo, daí manobras legais começarem a pipocar no horizonte sucessório do ano que vem.
A última: uma norma muito usada logo após a Guerra de Secessão contra sulistas a fim de evitar que ocupassem cargos públicos, volta à baila contra Trump; com efeito, o recurso à seção III, da 14ª Emenda Constitucional, nem Clint Eastwood ou John Wayne pensariam nesse recurso pra excluir um concorrente.
Porém, sempre há alguém disposto a decifrar o javanês para encontrar o real significado daquilo que atrapalha, recorrendo ao mais inusitado remédio contra esse tipo de tormenta, daí a associação da imagem de Donald a do general Lee, ambos acusados de insurreição ou rebelião contra a Constituição do país, depois de jurar defende-la.
O opróbrio de Lee já está está na história estadunidense, resta saber se o milionário e patife Donald Trump terá o mesmo destino.

Nenhum comentário:
Postar um comentário