Enquanto nove capitais brasileiras, e sabe-se lá quantas outras cidades, são obrigadas a suspender seus programas de vacinação por falta de doses, o ministro do Extermínio, ex Saúde, Marcelo Quedroga, anuncia a aquisição de 200 milhões de doses da vacina Pfizer.
Como tudo que se refere à preservação da vida nesse governo genocida é enrolação, a data da entrega do primeiro lote de promessas, ops, de vacinas, será o longínquo mês de outubro quando, a se confirmarem as projeções de pessoas ligadas à ciência, já teremos adentrado a casa das 600 mil mortes por covid.
Enquanto isso, a Anvisa segue a todo vapor com sua política de dizimação da população brasileira, ao liberar o uso depravado de pesticidas na agricultura, ao mesmo tempo que proíbe o uso de uma vacina adotada em mais de sessenta países, com mais de 90% de eficácia, segundo agências de saúde decentes.
Seguimos, assim, morrendo de negacionismo e viralatice na medida em que cada dia fica mais evidente que a proibição ao uso da vacina russa SputinikV decorre da proibição do governo estadunidense, ordem dada pelo celerado Donald Trump ao seu vassalo Bolsonaro, e mantida pelo dissimulado Joe Biden.
A vacina russa é barata, eficaz e já está sendo aplicada desde o ano passado, contrariando interesses mascastes dos laboratórios multinacionais dominados pelos donos do dinheiro e da saúde alheia, encastelados nos EUA e Inglaterra, que não querem perder esse gordo mercado de 211 milhões de pessoas.
Não conseguiram impedir a disseminação entre nós da vacina chinesa, o governo estadunidense estava em transição e o governador de São Paulo conseguiu atravessar eventual bloqueio do governo federal através de um acordo Butantã/Sinovac, mas agora o tio Sam tenta usar a vassalagem bozolóide como obstáculo ao imunizante russo. Lamentável!

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