Dentro das adversidades contidas na sentença definitiva, 'Desgraça só quer começo', do ícone jurunense, o finado vereador Gonçalo Duarte, parece que o terrivelmente evangélico candidato bolsonarista ao STF terá problemas.
Trocando em miúdos, o atual advogado geral da União, André Mendonça, provável indicado pelo presidente Jair Bolsonaro à vaga aberta pela aposentadoria de Marco Aurélio Mello, em julho próximo, corre o risco de rejeição.
Segundo determina a Constituição Federal, o candidato indicado pelo chefe do Poder Executivo terá que ter o nome aprovado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, esta composta por vinte e sete parlamentares da Casa.
Caso seja aprovado seu nome na CCJ, submeter-se-á à sabatina em plenário devendo após esta obter um mínimo de quarenta e um votos, a maioria absoluta entre os oitenta e um integrantes daquele Poder, em votação secreta, ressalte-se.
O que dizem, em Brasília, é que a bancada de apoio incondicional a Bolsonaro está muito longe de atingir esse número mínimo exigido em plenário, quiçá até atingir a quantidade de votos suficientes na CCJ, que o fariam ir â sabatina em plenário.
Assim, o sonho de emplacar um nome ligado ao fanatismo religioso que apoia Jair Messias sem limites pode ser adiado novamente, como foi anteriormente, quando o presidente teve que atender a uma desembargadora do TJE/RJ, que acobertaria falcatruas familiares na justiça carioca. Credo!


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