Em pronunciamento de três minutos na Cúpula do Clima, hoje, organizada pelo presidente estadunidense, Joe Biden, Jair Bolsonaro fez o que mais gosta e mais pratica: mentiu descaradamente.
Pena, pra ele, que a plateia não fosse composta pelo gado que se aglomera em frente ao cercado do pasto/Planalto e acredita bovinamente em qualquer empulhação que ele bosteja diariamente.
Cínico, afirmou que determinou o "fortalecimento dos orgãos ambientais, duplicando recursos para ações de fiscalização"; e ainda disse que "o Brasil está na vanguarda do enfrentamento ao aquecimento global".
Claro que essa lábia de malandro otário tem apenas a finalidade de enganar mandatários de nações mais desenvolvidas, que se dispõem a financiar ações que preservem o meio ambiente, Amazônia especialmente.
Desconfio que volta com as mãos abanando, confirmado como pária mundial e ainda sob o risco de submeter o Brasil a retaliações em transações comerciais, como forma de boicote às suas ações deletérias contra nossa floresta e seus povos.


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