Paulo Guedes, ora homiziado no Ministério da Economia, não é somente um perigoso assaltante dos cofres públicos, conforme demonstrado quando vendeu uma carteira de cobranças do Banco do Brasil a um banco privado por cinco vezes inferior ao valor da dívida.
O gatuno que, em plena pandemia, reduziu o compulsório dos bancos em mais de 5% do que era cobrado, com data retroativa, transferindo mais de R$200 bilhões a bancos privados; e antecipou R$1,5 trilhão a bancos, a pretexto de amortizar a dívida pública do país com a banca.
Trata-se de um gerontocida repugnante, que manifestou publicamente seu descontentamento com a subida da expectativa de vida dos brasileiros, até a pandemia, pronunciando a frase bandida, 'querem viver cem anos, isso é um perigo para os cofres', como se esses cofres fossem propriedade de banqueiros.
Claro que em um país onde o respeito republicano às leis vigentes é parâmetro de conduta, esse facínora já estaria atrás das grades, em alguns desses países, até no corredor da morte deveria estar, à espera da consumação de sua sentença, aqui é ministro, e decisivo na construção de uma política genocida.


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