Jorge Paz Amorim
- Na Ilharga
- Belém, Pará, Brazil
- Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Revirando a falácia vigarista pelo avesso
Segundo dados divulgados pela FENAFISCO, entidade de classe dos auditores fiscais do país, o Brasil tem uma carga tributária média de 50% sobre o consumo e 21% sobre renda e patrimônio, enquanto nos demais países da organização mundial do comércio essa relação é de 32% e 34%, respectivamente.
Ou seja, enquanto no Brasil o empresário lucra duplamente, porque tem uma carga tributária baixa na proporção dos seus ganhos; ao mesmo tempo que é beneficiado por uma carga elevada para quem consome seus produtos, no mundo o consumo é tributado em 16% a menos que no Brasil e a renda em 11% acima da carga brasileira.
Isto, de cara, desmonta o discurso cínico e facinoroso de patifes como Paulo Skaf, o mafioso presidente da FIESP que vive de clamar contra a alta carga tributária cobrada no país, quando a entidade que dirige contribui para esse descalabro tributário que faz vigaristas gritarem contra ladroagem praticando-a.
Claro que essa seria a notícia mais importante do dia, caso as gangues midiáticas que monopolizam a informação em rádios, tevês e jornais tivessem o mínimo de decência no trato da notícia com a relevância e perenidade que o assunto exige, principalmente nessa época em que falsos paladinos da moralidade são exaltados pela prática do gangsterismo subterrâneo que garante o poder político dos beneficiários desse tipo de bandidagem.
Ocorre que esse tipo de mazela faz parte do pacote de mercadorias vendidas no varejo em ocasiões especiais, mas sempre sob a ótica dos interesses de quem grita contra o furto e furta simultaneamente, daí a mídia bandida adotar o mantra chacriniano de mais confundir do que esclarecer, pois que assim tudo fica como está. Lamentável!
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