Joaquim Carvalho, do site Diário do Centro do Mundo, traz hoje um post interessante a respeito da desimportância jurídica do farsante togado Sérgio Moro fora dos limites geográficos do golpismo larápio.
Depois de desmascarado na Espanha, quando tentou extraditar o advogado Tacla Duran e foi veementemente repelido naquele país, que o mandou ir atrás de provas e poupar o tempo da justiça espanhola evitando de apresentar suas farsas em forma de delação, agora é Portugal que manda o verdugo curitibano pastar.
Segundo o referido post, Moro conseguiu fazer com que o Brasil enviasse, através do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Justiça, um documento que garante reciprocidade no caso da extradição de Raul Schmidt, acusado no Brasil de pagar propina a ex-diretores da Petrobras.Só que essa é uma promessa que não pode ser cumprida, por razões constitucionais.Para entregar Schmidt a Sergio Moro, o Brasil se comprometeu a entregar a Portugal brasileiros que fossem processados pela Justiça portuguesa. A Constituição do Brasil proíbe.Foi por isso que a defesa de Schmidt recorreu ao Tribunal Regional da 1a. Região, em Brasília, para impedir a extradição.
O TRF-1 acolheu a representação da defesa de Schmidt, mas o farsante togado cagou e andou pra decisão daquele tribunal e manteve a tramitação daquele lixo produzido nos esgotos curitibanos através da escumalha temerária nas relações exteriores.
Portugal optou pelo caminho inverso e, em respeito à Constituição brasileira, às leis e tratados internacionais, mandou pastarem os patifes golpistas, o farsante juiz e manteve decisão nos estritos limitas legais. Claro que as gangues midiáticas que monopolizam a informação omitirão isso, mas é fato que a Farsa Jato só prospera nessa vil colônia de mercenários a soldo de gorjetas pagas por flibusteiros ianques. No resto do mundo não vale um traque.


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