O governo golpista criou 1,8 milhão de postos de trabalho no mercado informal, significando dizer que todos esses postos tem a característica de serem mal remunerados e sem qualquer segurança jurídica.
No entanto, fechou cerca de setecentos mil postos de trabalho com carteira assinada, nesse mesmo período, consolidando o império do 'bico', bem como a volta da exploração da mão de obra do trabalhador brasileiro.
Economistas já demonstraram que a renda de um trabalhador com carteira é o dobro do que ganha um empregado via 'bico', ou daqueles que a famigerada Rede Globo chama de empreendedores, vendedores de bugingangas em ônibus, ambos vítimas do retorno ao modelo análogo à escravidão.
Em 2014, penúltimo ano de um governo legítimo, a formalidade bateu em seu teto com 45% da mão de obra tupiniquim e a renda chegou no seu ponto mais alto na composição do Produto Interno Bruto(PIB).
Apesar das maquiagens cavernosas da equipe do banqueiro Meirelles, da manipulação midiática comandada pela máfia global e das fatais insinuações a heranças é certo que o PIB deste ano traga os reflexos dessa precarização , certamente ilustrados na queda do consumo dos serviços ofertados.
Óbvio. Independente de sofismas dos 'especialistas' mercenarizados, na telinha da tevê, a impossibilidade econômica do maior consumidor que este país possui, o trabalhador, gerará essa queda de consumo, desmascarando a retórica infame do neoliberalismo e sua política de exclusão. Mais uma vez.

Nenhum comentário:
Postar um comentário