
Assim como o colonizador europeu e ianque sempre respondeu com a brutalidade costumeira qualquer levante social contra a opressão, assim agem as elites parasitas diante de conjunturas de disputa pelo poder e lideranças populares que ameaçam seu mandonismo.
A sádica, degenerada do ponto de vista legal e boçal caça ao Lula, liderada pela famigerada Rede Globo, porta-voz das corporações econômicas que financiam essa caça, segue esse macabro ritual que nos avilta ao longo dos séculos em que tentamos nos libertar.
Por isso, a tendência é o aumento do bombardeio à medida que Lula é alvo de manifestações em defesa de sua liberdade e de seus direitos humanos e políticos a fim de maquiar de legalidade sua exclusão na disputa eleitoral em que é favorito contra qualquer adversário.
Agora, então, que o Parlamento da América do Sul(Parlasur) vai indicar o nome de Lula para candidato ao Prêmio Nobel da Paz, a partir de sugestão de Adolfo Perez Esquivel, um ganhador daquele laurel, em vez de respeito a direita troglodita coloca em campo seus mastins para aumentar a virulência.
A soberba, adubada pela repressão histórica contra o povo, dá a essa canalha a certeza que a empreitada será coroada de êxito, ainda mais quando o exemplo mais recente de golpismo contra a democracia quase não teve contestação.
Não sei, não. Parece haver algo no ar que nos faz pensar que sempre há uma primeira vez e essa pode ser agora. Afinal, diante do facinoroso comportamento togado contra o maior líder popular do país, mesmo sem qualquer prova legal para tanto, junto à flagrante injustiça e importância do injustiçado, acende em nós uma luz de esperança.

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