O big papelucho da famiglia Marinho tenta minimizar a desmoronamento político da legenda da bruxa da floresta a fim de mante-la como bucha do canhão direitista, sempre pronta a ser arremessada contra os redutos da esquerda.
Aí vem a exaltação ao bom retrospecto eleitoral e a ausência da acusação de atos de corrupção. Quanto a isto, evitemos cair na retórica da falsa moral pregada com a bunda de fora por essa direita parasita do dinheiro público.
Quanto ao retrospecto eleitoral, todo mundo viu o estrago que essas gangues midiáticas fizeram com a candidatura da gasguita metida a defensora do meio ambiente, quando foi pra empreender uma arrancada do ladravaz Aécio e colocá-lo na disputa do segundo turno contra Dilma Rousseff, em 2014.
Como nada mudou, o infame papelucho reacionário volta à baila tentando incensar esse fracasso político, que de quando em vez aparece pra tentar posar de liderança progressista, mas sempre defendendo algo que não contrarie os interesses do Banco Itaú.
Tido como esperança de nova política, seja lá o que isso signifique na vasta, encenada e labiosa verbalização travestida, viu seu pífio trabalho de fundação de um partido com ares de grande legenda coroar um nanico do tope daqueles que lançam aqueles bonecos de ventríloquos, sempre a serviço de algum esquema eleitoral malandro.
Esse quadro pode ficar pior ainda quando ela tiver que enfrentar o truculento Ciro Gomes, lado masculino da dita beata na arte de encenar aquilo que não é, e os dois brigando pela mesma faixa de eleitores vítimas desse ilusionismo recorrente serem obrigados a praticar a arte do chega pra lá.
Enfim, Marina tende a virar a musa da insignificância na medida em que o novo anunciado por sua retórica virou desilusão. Na verdade, aqueles propósitos altivos não passavam de maquiagem a esconder a face horrenda do ranço, o ódio e a frustração que a move contra um projeto político que um dia defendeu, mas abandonou porque o dito projeto era maior que sua arrogância, algo que ela considerou herético, por isso o combate de forma feroz. Triste!

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