Se era pra vender a Cosanpa, que o fizessem para um pool de empresas municipais, com garantias de financiamento à sua expansão.
Ao vender a empresa que cuidava do saneamento e abastecimento de água potável à mesma empresa que comprou a Cedae do RJ, Helder Barbalho apenas importou o caos.
Eis aí o resultado: carros pipa distribuindo água no conjunto Panorama XXI e Parque Verde, comunidade Paulo Fonteles, iniquidade registrada pelos celulares de algumas vítimas.
Assim, caso essa situação catastrófica persista, recrudesce o sentimento de anulação da desastrada venda por quebra de contrato, afinal, o mínimo que se espera de uma empresa desse porte é decência no cumprimento de suas obrigações.

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