Saiu Neymar e entrou Endrick, pelo menos por enquanto, no imaginário de grande parte da torcida brasileira que vive de um 'salvador da pátria'.
Independente da atuação coletiva inconvicente, de eventual meio de campo onde todos estejam jogando mal, da falta de compactação entre as linhas, não importa.
Sempre haverá na crença desse torcedor a certeza de que um jogador de ataque entra e sana todos esses males, resolve todos os problemas da falta de conjunto, de entrosamento da equipe.
Não importa se o adversário terminou a copa anterior em 4º lugar, enquanto nós ficamos em 7º ou 8º, não lembro; que estejam estejam em 7º no ranking da FIFA, uma posição abaixo da ora ocupada pelo Brasil.
Importa é que, no imaginário desse torcedor mais passional do que realista, haverá sempre alguém capaz de entrar e resolver todos os nossos problemas táticos, técnicos e estruturais que nos levaram a ter 5 treinadores, de 2022 até hoje.
São milhões de torcedores que embarcam nessa crença e já não dependem do que a TV Globo sentenciava outrora. Agora eles têm um veículo que transmite a partida, oferta o infuencer com o qual você interage, daí resultando a crença do torcedor exposta e curtida sem filtros. E aí?

Nenhum comentário:
Postar um comentário