E o candidato ao governo do Pará, Daniela Santos(Podemos), pode ter atirado ao lixo seu favoritismo pra ganhar a eleição de outubro próximo.
Ao descer do muro, justamente para o lado do boçalnarismo, o fez em um momento que o fascismo fica cada vez mais restrito ao gueto fundamentalista.
Assim, pode ter comprometido sua imagem de independente e o único capaz de enfrentar a oligarquia que domina a política no Pará, ao fazer a opção pelo ódio fascista.
Depois de passar uma chuva sob o chapéu socialista, quando articulou a derrubada de uma outra estrutura calcada no mandonismo familiar, dá dez passos atrás emaranhando-se à extrema direita e possivelmente ficando refém dessa escolha.

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