Jorge Paz Amorim

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Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quinta-feira, 30 de abril de 2026

A rejeição politiqueira a Jorge Messias


Cento e trinta e dois anos depois, eis que o Senado Federal volta a rejeitar indicação da presidência da República para exercer cargo no Supremo Tribunal Federal.

Se os cinco indicados e rejeitados, em 1894, pelo presidente biônico Floriano Peixoto eram, em sua maioria estranhos à função, tinha médico, milico e político, apenas dois eram advogados sem vivência na profissão de advogado. 

Agora, o Senado rejeitou alguém indicado por um presidente que detém a maior votação de nossa história republicana, cujo indicado preenchia os requisitos básicos: reputação ilibada e notável saber jurídico, portanto, para além da formalidade exigida em lei, prevaleceu a conveniência mesquinha de quem votou contra.

Dentre as acusações de falhas no varejo na condução desse processo, há algo no atacado que nos remete a 2016, quando o dublê de senador e assaltante, Romero Jucá, alertava para a necessidade de "estancar a sangria", ou seja, era preciso por um freio no que estava acontecendo, o que só seria possível com a derrubada de Dilma Rousseff, demasiadamente honesta, na visão delinquente de Jucá.

Claro que não há no horizonte, pelo menos por hora, uma conspiração para a derrubada de Lula, mas há um forte movimento hemato/ politiqueiro visando um punhado enorme de políticos envolvidos em tenebrosas transações, sem que seja vislumbrada qualquer articulação que envolva o presidente da |República, no sentido de blindar malfeitores sob risco de ir parar nas barras dos tribunais.

Daqui pra frente tudo vai ser diferente? Claro que não. Porém, está claro que o governo deve reavaliar as diversas categorias de aliados com que contava até então, sendo que até os eventuais devem passar por avaliação mais rigorosa hora na relação behavoirista entre estímulo e resposta aumentando, então, o rigor na avaliação aos que de fato merecem "estímulos".

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