Quando tudo parecia correr tranquilo no rumo do atendimento das conveniências do barbalhismo, eis que o 8º Encontro Nacional do PT vem e muda o rumo na prosa.
Até domingo, o que se sabe é que a dupla Helder/Beto, necessariamente nessa ordem hierárquica do primeiro nome ser mais importante, determinava quem seria candidato(a) e a quê.
A partir de agora, por decisão nacional, o PT do Pará passa adotar rumos que a citada dupla não cogitava, por exemplo, o apoio à candidatura do deputado Celso Sabino(PDT) ao Senado Federal.
Helder, recorde-se, rejeitou parceria com Sabino e lançou chapa própria, definiu quem era candidato e mais: definiu até os rumos partidários de seus aliados/ vassalos, independente de seus respectivos históricos ideológicos.
Como Helder cozinhava o PT em banho maria, até que chegasse o momento de bater o martelo e sentenciar: daremos a vice governadoria ao PT, não faremos essa concessão, pra forçar o partido a lançar chapa própria e tentar tirar vantagem com a pulverização dos votos.
Vem à tona, ainda, a desmistificação maniqueísta que dividia tudo ao meio, entre democratas e fascistas, ignorando que há fascista saindo pelo ladrão dessa banda(o) que se acha democrático, mas votava sistematicamente contra Lula, até ajudando a derrubar vetos presidenciais.
Enfim, com a decisão nacional dada a conhecer domingo último, em relação ao Pará, ficou claro que o PT nacional não deixará o PTdoB(eto) fazer o que bem entende em atenção ao barbalhismo, mas, resgatando o fio da meada onde a prioridade do petismo autêntico é a reeleição de Lula. Simples assim.
Em tempo: o senador e presidente estadual(PA), Beto Faro, não compareceu ao citado encontro.

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