Daqui a pouco mais de sessenta dias, o governador Helder Barbalho terá de desincompatibilizar-se do cargo, a fim de ficar apto à disputa de uma das vagas disponíveis ao Senado Federal.
Ao registrar sua candidatura, terá que apresentar nova declaração de bens e rendimentos, que poderá estar alterada para mais, a julgar por essa evolução patrimonial desde 2008, quando disputou e ganhou a prefeitura de Ananindeua.
Com efeito, desde então, Helder tem pisado fundo no acelerador do enriquecimento pessoal, especificamente depois que virou governador do estado e viu sua declaração à justiça eleitoral saltar de R$3204906,00, em 2018; para R$18751269, em 2022, ou seja, sextuplicou sua fortuna.
Segundo um conhecido jornalista cá da terra, citando conversas que diz ter ouvido no mercado publicitário, entre 2019 e 2026, Helder pode transferir do tesouro estadual às empresas de comunicação da sua família mais de R$200 milhões, o que ensejará a engorda do patrimônio pessoal do governador, já que é sócio das mesmas.
Curioso é que o IBGE, avaliando o crescimento do PIB dos estados da federação brasileira, no ano de 2025, colocou o Pará, Rondônia e São Paulo como as três unidades que registraram os piores crescimentos, 1,2% cada; ou seja, Helder mostra-se um mago das finanças privadas como atesta sua evolução patrimonial, porém, paquidérmico na gestão das finanças públicas como mostram os pífios números da economia paraense. Credo!

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