Jorge Paz Amorim

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Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Variações sobre o tema recorrente: a fakeada


Boçalnaro atingiu um nível de falta de credibilidade em sua palavra que até uma internação hospitalar feita às pressas é vista como malandragem, de quem apenas almeja um atestado médico pra não trabalhar.

E não pode ser um atestado qualquer expedido, por exemplo, pela negacionista Nise Yamaguchi, capitã cloroquina ou Marcelo Quedroga, igualmente ases da falta de idoneidade na condução de suas carreiras profissionais.

Nesses certamente Boçalnaro não confia nem pra tomar uma simples aspirina que eles porventura recomendem, mas o médico que o assiste desde a facada(ou fakeada), a quem espera chegar das Bahamas para examiná-lo e decidir se é ou não caso de cirurgia.

Não deve ser, não será, na medida que há muito de encenação, a mesma encenação déja vu desde quando deu certo com o ardil de Juiz de Fora, que ensejou sua retirada de cena na campanha passada, após sua exposição começar a fazer perder eleitores à medida  que se manifestava.

Com efeito, obstrução intestinal parece não ser problema tão grave a ponto de provocar tamanha escaramuça, mesmo em um ruminante carnívoro, daí a desconfiança geral do povo brasileiro de que tudo não passe de vitimização gástrica, por parte de um ser que somatiza a obrigação de trabalhar. Só isso. 

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