Enquanto a mídia brazuca, conservadora e partidarizada como ela só, tenta salvar a reputação dos mal afamados delinquentes da república de Curitiba através da manutenção da narrativa pseudo jurídica daquela turma, o jornal conservador inglês projeta o futuro de Lula para este ano com conjecturas cheias de sutilezas.
A aproximação do petista de Manoel López Obrador, presidente mexicano de esquerda e ora brigando contra as multinacionais fabricantes de pesticidas, os futuros encontros com mandatários russos e chineses e até mesmo a ida aos EUA, certamente para reafirmar a prioridade da agenda de combate às desigualdades sociais, que não deve agradar o império.
Ao utilizar o termo usado pelo deputado petista Alexandre Padilha, que fala em "reconstruir pontes", para decifrar o significado do novo périplo de Lula na reconstrução da reputação internacional do Brasil, o periódico inglês apenas refere o que pretende Lula em sua missão de reconquistar a presidência da república, após ser impedido na eleição passada por uma manobra sórdida dos delinquentes togados já citados.
Sem elogios ou torcida de nariz, apenas o registro dos fatos e desdobramentos possíveis das iniciativas do líder petista e favorito na corrida presidencial, conforme atestam até aqui todas as pesquisas publicadas; totalmente diferente da histeria midiática brasileira, que compromete a decência da sua missão ao lançar-se trefegamente na tarefa de combater aquilo que não é espelho das suas mal disfarçadas idiossincrasias.


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