Jorge Paz Amorim

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Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

11 reajustes nos preços dos combustíveis em um ano; conta de luz abusiva para os brasileiros. Onde vamos parar?


O desmonte da Petrobras, operado pelo governo viralata de Boçalnaro, e a política internacional de paridade com o dólar, adotada por Michel Temer após o golpe de 2016 contra Dilma Rousseff, são os responsáveis pelo constante aumento dos preços dos combustíveis no Brasil e um dos vilões que pressionam a inflação. De acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), o preço da gasolina subiu cerca de 46% em 2021, o etanol, 58% e o diesel, 45%.

Com isso, o preço médio do litro na bomba de combustível passou de R$ 4,52, entre 27/12/2020 a 02/01/2021, para R$ 6,62 entre 26/12/2021 a 01/01/2022. O etanol subiu de R$ 3,2 para R$ 5,1 e o diesel oscilou de R$ 3,7 para R$ 5,34.

Em relação ao gás de cozinha, o aumento de preços no último ano foi de 36%. O botijão de gás de 13 litros passou de R$ 75,3 para 102,3, em média.

Já no tocante ao consumo de energia elétrica, nove em dez famílias brasileiras sentiram o impacto, em graus variados, do aumento brutal das contas de energia elétrica. A mesma proporção se diz preocupada com a possibilidade de racionamento ou de apagões no futuro próximo. Sete em dez famílias dizem estar “muito preocupadas” com apagões, mesmo percentual dos que afirmam que houve descaso do desgoverno Bolsonaro na crise hídrica.

Os dados fazem parte de reportagem do jornal Valor Econômico sobre um estudo do Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) para o Instituto Clima e Sociedade (ICS). Dos 2002 entrevistados nas cinco regiões em novembro, 40% reduziram ou cancelaram a compra de roupas, sapatos e eletrodomésticos para pagar a conta de luz.

Outros 22% foram ainda mais afetados, tendo que reduzir a compra de alimentos básicos para garantir a luz em casa, índice que chega a 28% entre os nordestinos. E 14% deixaram de pagar outras contas básicas, como as de água e gás encanado.

Também restou apelar a recursos como tomar banho mais rápido e desligar as lâmpadas (49%), deixar de usar ou reduzir o uso de eletrodomésticos (44%), substituir lâmpadas por outras mais econômicas (42%) e evitar o consumo nos horários de pico (23%).

Como nada indica que a coisa vá melhorar este ano, resta torcer para que cheguem logo as eleições e o povo dê uma resposta nas urnas a esse governo elegendo Lula e seu projeto político que sempre olhou pelos interesses dos mais humildes. 

(Agência PT)

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