Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Sem qualquer reposição salarial desde o golpe de 2016, servidores federais planejam greve geral


Sem qualquer tipo de reposição salarial desde o golpe que depôs Dilma Rousseff da presidência, em 2016, ungindo à força o ladravaz temerário e sua quadrilha, eis que os servidores públicos federais prometem ir à luta contra o desgoverno Boçalnaro, em busca de reajuste.

A motivação para revolta foi o orçamento da União para o ano vindouro, que reservou R$1,7 bilhão para conceder reajustes apenas a policiais federais, policiais rodoviários federais e servidores do Departamento Penitenciário Nacional, isto é, apenas aos que usam armas de fogo.

Essa Infâmia, com claras intenções golpistas, visto que os soldos das Forças Armadas já haviam sido reajustados antecipadamente, provocou nas diversas categorias civis indignação, como foi o caso dos chefes das unidades da Receita Federal, que em quase sua totalidade abriram mãos dessas chefias.

Na mesma linha, os auditores federais agropecuários adotaram uma operação-padrão onde a fiscalização de produtos alimentícios em aeroportos, por exemplo, veem sua fiscalização relaxada; na mesma direção, servidores do IPEA e até do austero Banco Central, agora independente, cogita engrossar o caldo grevista.

Enquanto isso, o famigerado (chi)cago boy Guedes recorre ao surrado e desmoralizado mantra neoliberal da quebra das contas públicas para negar reajuste às demais categorias, como se essas contas não estivessem há muito sob desarranjo larápio/intestinal, maquiado pelo tal orçamento secreto, onde a gastança desenfreada é ocultada pela falta da prestação de contas.

Tudo indica que a situação constrangedora, criada por esse desgoverno lazarento, unificou as diversas categorias do funcionalismo público federal, que até elaborou uma agenda de reuniões a fim de produzir um calendário de lutas, inclusive prevendo dois dias de paralisação como advertência ao desgoverno da disposição de luta daqueles que tanto fazem pelo país, mas o salafrário Guedes chamou de 'inimigos'. 

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