
Boçalnaristas foram ao TSE investigar as traquinagens, feitas em eleições passadas, de aliados do "juiz ladrão" e de cara descobriram a ligação do senador Álvaro Dias(Podemos/PR) com o doleiro Alberto Youssef.
Foi o maroto doleiro que bancou as viagens aéreas do ex tucano e agora senador morista, a quando da campanha do senador em 1998; com a cara de pau que o eternizou como um dos mais torpes vigaristas da história do parlamento brasileiro, Álvaro alegou que à época Youssef era honesto(risos, desbragados e incontidos).
O doleiro foi o fundamental na abertura de contas, em paraísos fiscais, da ladroagem operada pela privataria tucana a quando da entrega do patrimônio brasileiro entesourando esse butim via Banestado(Banco do Estado do Paraná); Sérgio Moro foi o juiz que vetou o indiciamento de Alberto e outros doleiros partícipes dessa mega ladroagem.
Quando a vigarice alcunhada de Lava Jato explodiu, Moro condenou o citado doleiro amigo do Álvaro Dias a 128 anos de cadeia, depois reduziu a pena para míseros três anos e ainda converteu a tal pena em prisão domiciliar, mostrando que tudo aquilo não passava de encenação feita entre bandidos à paisana e bandidos de toga, com a finalidade de enganar os brasileiros.
Claro que Moro tinha conhecimento profundo de toda aquela sordidez, a qual deu uma aparência de seriedade quando resolveu investigar desvios na Petrobras, contando com a omissão e conivência do Poder Judiciário para apagar os rastros daquela ladroagem, que remontavam ao século passado e tinham as digitais de tucanos e emedebistas, com Supremo e tudo, como disse o assaltante Jucá. Credo!

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