Fiel ao velhaco dogma do jornalixo brazuca, que manda ocultar tudo aquilo que não seja conveniente à empresa, o jornal do Helder Barbalho trata a greve dos professores públicos como não fato.
À sorrelfa, a burocracia administrativa toma medidas intimidatórias e dentro da linha de criminalização dos movimentos sociais e sindicais que provocam desgaste político às medidas autoritárias do Executivo.
A SEDUC parece dirigida por educadores distantes daquilo que caracteriza uma autêntica administração pública e pedagógica de cunho humanitário, mais parecendo meritocratas e apologistas da exclusão social.
Mesmo reconhecendo os estragos que a pandemia causou no funcionamento normal da rede pública de ensino, salta aos olhos que o governo estadual fez-se refém da tese neoliberal, represando investimentos, tratados como custos.
Com efeito, nem a tecnologia foi colocada à disposição dos discentes e docentes em níveis que permitissem criar-se uma rotina de ensino e aprendizagem em caráter remoto; muito menos a distribuição da merenda escolar obteve êxito. Ao contrário. Resultado: o governo paraense levou bomba em educação.


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