Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

A volta do que aí está


E as coligações proporcionais estão de volta. Taí. Bozo tentou dar o golpe do voto impresso(de cabresto) e levou de troco a volta das coligações proporcionais.

Sem partido, sem credibilidade e sem a popularidade que o ungiu à presidência do país, agora vê mais forte à sua frente o fantasma da revanche daqueles que açoitou em 2018.

Com efeito, o alento que faltava à tão sonhada terceira via é essa nostálgica reedição da era de ouro da privataria, quando FHC/Marco Maciel faziam revirar de felicidade os olhinhos do PIG.

Nota zero em originalidade? Seguramente. Mas, é preciso entender que o filósofo Abelardo 'Chacrinha' Barbosa não se referia apenas a tevê brasileira, quando dizia que aqui "nada se cria, tudo se copia".

Então, reúna-se novamente 'os imperdoáveis' a fim de que enfrentem aquele que pode ser seu derradeiro duelo, embalados por sonhos redentores e narrativas subjetivas a respeito da glória fictícia que protagonizaram.

De qualquer modo, vai ser interessante ver FHC, César Maia, Jader Barbalho, Renan Calheiros, ACM Neto, Jarbas Vasconcelos, Sarney, Agripino Maia, Arthur Virgílio Neto, dentre tantos outros retratos caídos das paredes, de volta à cena.

Lá adiante mais emoções provocadas por esse reatamento, capaz de fazer cá no Pará o caderno cultural do jornal dos Barbalhos tecer elogios aos dotes musicais da ex cria política e ex desafeto Simão Jatene. Haja metros de saudade pra fazer a fantasia.


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