Há décadas que a contagem do vencedor de medalhas nas olimpíadas se dá pelo número de ouros conquistados o que, lógico, indica o maior número de vencedores de provas.
Todavia, bastou os EUA deixar de liderar o número de conquistas de ouro para que sua mídia adotasse o critério quantitativo, isto é, colocar na liderança do quadro de medalhas quem ganhou o maior número.
Assim, um país onde um monte de monte de atletas ficou em segundo ou terceiro lugares, mas ganhou merreca em ouros, ou sequer ganhou a medalha dourada, pelo critério da mídia ianque, será o campeão.
Evidente que o mundo não vem aceitando essa empulhação supremacista, daí até a Rede Globo continuar a expor o quadro onde o maior número de conquistas de medalha de ouro traduz quem realmente está na frente. Só isso.


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