Helder segue os passos de Simão Lorota, só que com expertise eleitoreira muito mais eficiente; enquanto Simão distribuía cheque moradia às vésperas da eleição, Barbalhinho faz pinga pinga desde já.
E põe pingado nisso: são uns cinquenta aqui, uns trinta acolá, mais uns tantos por ali e assim por diante. Só falta fazer como na hi(e)stória que um caboclo narrava como sendo prática de uma velha raposa.
O matreiro em tela tinha o hábito de distribuir cédulas de R$50,00 entre correligionários, todavia, antes da eleição, ele dava apenas metade da cédula, depois conferia se o cabra tinha votado nele, aí pregava a outra parte na cédula.
E pensar que Bozo esteve a dois passos de legitimar essa prática, sendo derrotado no Congresso Nacional por falta de articuladores capazes, o que acabou livrando a população da institucionalização do voto de cabresto purinho(sic).
Voltando ao cheque moradia, parece que a distribuição desses no melhor estilo Jack, o estripador, sem precisar de legislação, ou, contando com a bonomia dos aplicadores da lei, o governador vai distribuindo tijolinhos até colocar todos os que estão faltando na construção. Desde que os votos correspondentes pinguem na urna, claro.


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