Festa no reino da exploração do trabalho alheio: o Pará viu crescer em mais de 30% o número de jovens aprendizes, para o mercado formal de trabalho.
Lamentavelmente, o DIEESE apenas divulga os números, porém, não calcula o quanto essa expansão retrai o mercado de trabalho, onde deveria estar a mão de obra já existente.
Constatada essa deplorável expansão, é de se esperar que a invasão de aprendizes cresça tanto que transforme o complementar no principal e vice versa, diante do quadro ora verificado.
Depois que o Congresso avançou mais um pouco na escravização institucionalizada, dias atrás, quando foi legitimada a figura do contratado para uma determinada jornada de trabalho pela metade do salário mínimo, sem férias e demais direitos, bye bye trabalho formal à moda antiga.
O golpismo sórdido solta fogos. Lamentável!


Nenhum comentário:
Postar um comentário