Bozo está está sendo rifado, como aquele relógio velho que dizem ter valor afetivo, mas mesmo assim tem que ser passado em frente porque a grana é mais importante que ele. O tal relógio.
Promotores da rifa: Lira do delírio; Pacheco de causas nada nobres e o Nogueira dos compensados. Todos encenando um entendimento que sabem impossível, diante da necessidade do Bozo de passar-se por mito.
Assumir a moderação proposta pela trinca traíra significaria ir contra as convicções do gado, tendo como consequência mais proximidade do nível cu do sapo na popularidade atual do boçal, sem que o centrão/quadrilhão tenha algo em troca pra repor.
Como a desgraça parece já estar instalada e em plena expansão, as notícias ruins chegam aos borbotões: a Bolsa despencou, o dólar está batendo, hoje, nos R$5,45 deixando a turma da Faria Lima, vulgo mercado financeiro, putinha dentro dos trajes luxuosos e doida pra se livrar da dupla Bozo/Guedes.
Depois que a pesquisa X-IPESPE mostrou que cerca de sete, em cada dez brasileiros, odeiam o Boçalnaro a busca pela terceira via deixou de ser discreta e passou a ser incessante e massacrante como o noticiário da Globosta News, embora o alvo da vez dê todos motivos pra execração perpetrada. Credo!


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