Hoje deve iniciar, de fato, a greve dos profissionais da educação pública do estado do Pará, decidida por maioria dos votantes, quarta feira última(4).
Chamada de greve sanitária, pelos riscos que a decisão autoritária do governo do estado em determinar a volta das eleições presenciais a partir do dia 2 último, pois menos de 60% dos docentes ainda não se encontram plenamente vacinados.
Pelos movimentos administrativos da SEDUC, o movimento será tratado da mesma forma conservadora como foram tratados movimentos semelhantes em estados governados por políticos autoritários: à base da sua criminalização.
Consta que a burocracia seduquiana já está reunindo o nome, a lotação funcional e antecedentes dos professores que aderirem ao movimento para descontar os já surrupiados salários desses dias em que pretendem combater esse aventureirismo sanitário.
Assim, o farsante Helder chegará ao eden neoliberal enquistado em sua formação política, ao tungar mais uma parte dos ganhos salariais daquela categoria que seu antecessor sonhava ver trabalhando sem salários, e ele opera cinicamente nessa direção da exploração total.
Que venham as eleições do próximo ano, quando fará aniversário a mais monumental empulhação política dos últimos tempos, através de um estelionato praticado no afã de conseguir votos até então tidos como decisivos, mas incertos, e que esse 'natalício' tenha comemoração avec, como costumam dizer os colunistas sociais.


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