O Brasil vive o auge do 'bico', aquela forma precária imposta pelo golpismo em substituição a CLT e que precarizou as relações de trabalho no país, fazendo-nos retroceder cem anos.
Ano passado, ressalte-se, o desemprego atingiu níveis tão alarmantes que uma consultoria revelou a deplorável situação em que setecentos postos de trabalho eram fechados por dia.
Agora, quando presenciamos um veículo midiático festejar o fato de no próximo trimestre estarem projetando a criação de 630 mil postos de trabalho no país, constatamos a catástrofe.
Precisamos urgentemente eleger um governo com sensibilidade social e desatrelado das exigências do cassino financeiro, capaz de repor a presença do estado como indutor do desenvolvimento econômico.
Só isto trará a volta da economia produtiva, da inovação tecnológica como base da produção industrial de transformação, além da recuperação do poder aquisitivo de nossa população economicamente ativa.
Com efeito, soterrar o modelo neoliberal imposto ao Brasil pelo golpe de 2016 liderado pelos ladravazes Eduardo Cunha, Michel Temer, Geddel Vieira Lima, e aprofundado pelo mega larápio Paulo Guedes, é a saída pra que deixemos de ser colônia agregada ao rentismo e voltemos a ser país soberano.


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