Lapidares as palavras do jornalista conservador Elio Gaspari, prevendo dias piores na vida presidencial do capitão Jair Messias, após o escândalo da compra de vacinas indianas.
Gaspari conviveu estreitamente com alguns dos capas pretas da quartelada de 1964, conforme constata-se na leitura dos antecedentes da sua obra a respeito da ditadura daquele período.
Fiel ao material que lhe foi generosamente repassado, Elio passa cinco volumes tentando justificar que havia bondade em certos corações, antes que mãos cegas executassem sentenças brutas contra desafetos.
Assim, quando afirma em sua coluna de hoje que "Na melhor das hipóteses(para ele) a reeleição torna-se um sonho perdido que milicianos não conseguirão reativar", certamente dá um recado direto ao presidente.
Que a perda inevitável da próxima eleição constituir-se-á em uma travessia exitosa até o limite de sua aventura, esta muito mais tendente à interrupção diante do quadro de rapinagens ofertado, o oposto do prometido durante a campanha de 2018.
Mesmo assim, o citado colunista não parece apostar muitas fichas nessa possibilidade, dando a entender que a ruptura é uma possibilidade real, não via CPI ou exame das dezenas de pedidos de impeachments protocolados na C:amara Federal, mas, dos mesmos de sempre. Será?


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