Useiro e vezeiro em estampara a fisionomia de delinquentes pés de chinelo, alguns até 'marinheiros de primeira viagem' tratados como delinquentes de alta periculosidade, o Diário do Pará vai na contramão quando se trata de algum figurão a cometer deslizes.
Há uma ou duas semanas, o Repórter Diário comentou maldosamente a respeito de um desses notáveis, recentemente falecido de covid, que deixou entre seus bens uma disputa judicial por um naco da herança reclamado por uma jovem concubina há anos do dito, agora cujus.
Hoje, a coluna de Marcelo Pinheiro, mais uma vez, induz o jornal a transformar fato em fofoca ao reportar-se a respeito de uma celebridade papachibé que teria feito uma "farra" no restaurante Aviú, Parque da Residência, em seguida recusando-se a pagar a conta por achar-se "presença VIP".
Ao noticiar algo desagradável, sem que tenha sido referido o(s) nome(s) do(s) protagonista(s), o jornal parece fazer pouco caso da reputação de outras, digamos assim, celebridades, que acabam caindo no rol dos suspeitos, por parte de quem está lendo uma notícia transformada gratuitamente em fofoca. Triste!


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