Durante os mais de sessenta anos de revolução cubana, a CIA foi acusada de planejar centenas e centenas de atentados contra a vida de Fidel Castro, este sempre defendeu-se magistralmente e morreu de velhice.
É verdade que o governo estadunidense, ao longo desse período pós II Guerra Mundial, articulou centenas, milhares de conspirações que desestabilizaram e depois derrubaram tantos governos quantos pretendeu derrubar.
Por isso, quando personalidades da esquerda brasileira ressaltam a necessidade urgente de Lula redobrar a atenção com sua segurança pessoal sabe-se que essa preocupação é procedente como nunca dantes, em razão desse acasalamento entre um governo local miliciano com a ação da CIA.
Joe Biden mostra-se muito mais agressivo do que foi Donald Trump, na medida em que seu plano de governo possui a ambiciosa meta de retomar a hegemonia econômica do mundo e isto implica combater todas as estratégias que incluam a China e parceiros, o que inclui impedir o fortalecimento dos BRICs.
Lula foi um gigante diplomático, capaz de articular alianças, estratégias e ações que proporcionaram ao Brasil ter um protagonismo inédito em nossa história, capaz de nos colocar entre as maiores economias do mundo e com a perspectiva de ter assento nos mais importantes organismos importantes no cenário internacional.
Esse é o cenário que a CIA quer evitar, daí ter adotado uma cínica e estratégica trégua com o governo Bolsonaro, a quem o abjeto Biden fazia ameaças pela destruição da Amazônia, mas, agora, seu boquirroto diplomata Jonh Kerry diz ser a oitava maravilha ambiental, canalhice típica do estado mais terrorista do planeta, como diz Noam Chomsky.


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