De abril do ano passado ao final de março deste ano, o Produto Interno Bruto(PIB) do Brasil caiu 3,8% em relação ao mesmo período anteriormente correspondente(abril 2019/março de 2020).
Isto indica um quadro recessivo da economia do país, embora, aqui ali, um trimestre ou outro do período de 12 meses, tenha sido divulgado o crescimento positivo para tentar dissimular tecnicamente a recessão.
Pior. As projeções feitas pelas consultorias que atuam no mercado financeiro indicam taxas de crescimento decrescentes, a cada mês do corrente ano, apontando que continuaremos apresentando crescimento negativo do PIB, daqui a nove meses.
Portanto, o Brasil entrará 2022 com uma característica que distingue o atual governo federal nesse período: desde janeiro de 2019 até janeiro de 2022, pelo menos, a economia do Brasil apresentou crescimento negativo, ou, no máximo da projeção otimista, ter crescimento ZERO.
Por isso, a tentativa discreta e camuflada de certos setores midiáticos em defender o atual modelo ultraliberal imposto ao país, mesmo que essa mídia aparente discordância com o presidente, não passa disso: uma defesa tão fracassada quanto a política implantada, que só gerou miséria, desemprego e exclusão social.


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