Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

sexta-feira, 21 de maio de 2021

Os farsantes da CPI


A chamada CPI do Genocídio foi criada para investigar responsabilidades de agentes públicos que teriam a incumbência de tomar medidas que evitassem a perda de tantas vidas.

Como diz, o Regimento Interno de qualquer parlamento, para ser instalada uma comissão dessa natureza deve ter um "fato determinado", ou seja, o foco sobre uma situação específica a fim de aprofundar a investigação.

Portanto, não faz o menor sentido a referida comissão convocar o pastor Silas Malafaia para depor, somente por ele ser conselheiro do presidente da República, já que a responsabilidade deste não pode ser transferida a terceiros.

Se o tal pastor quer aparecer, então, que apareça na Receita Federal e de lá diga ao povo que sua inconstância no pagamento das parcelas do milionário débito que possui com o fisco tupiniquim ocorrem por isso, aquilo, aquilo outro e blábláblá.

Com efeito, tudo que disser a respeito das atitudes negacionistas e criminosas de Bolsonaro, que levaram o país a ser um dos epicentros da pandemia, não possui qualquer valor jurídico na medida em que o presidente é maior de idade, embora não seja vacinado.

Chega de falsários e suas declarações mentirosas, como o recordista sargento Garcia Pazuello que contou uma mentira pelo menos, a cada meia hora, em seu patético depoimento/farsa, protegido apenas pela tibieza do presidente da CPI, Omar Aziz.

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