O Brasil chegou ao seu mais baixo consumo de carne, nos últimos 25 anos, não da produção que esta esta está em alta e faz do país o maior produtor de carne bovina do mundo.
Nosso problema continua sendo o preço, proibitivo internamente porque o poder aquisitivo de nossa população é deplorável, enquanto a arroba do boi é precificada em moeda estrangeira.
Continuamos a ser um país injusto, onde os grandes agro negociantes estufam o peito para demonstrar todo o orgulho que sentem pelos lucros que auferem, indiferentes à fome que por aqui grassa.
Seis de cada dez famílias brasileiras atualmente vivem sob a incerteza da alimentação segura no dia de amanhã, fruto da aniquilação do emprego e do poder aquisitivo da maior parcela da população.
Nosso índice de desenvolvimento humano(IDH) despencou, nos últimos três anos; e o nosso PIB(Produto Interno Bruto) encolheu e nos fez cair para a décima segunda economia do planeta, depois de sermos a 6ª do mundo.
À margem de maquiagens numerológicas, da retórica dissimulada, da concentração de toda a culpa pela nossa crise na pandemia, é certo que nosso maior mal é a aplicação selvagem do receituário neoliberal que fabrica desigualdade social.
É essa opção da condução de nossa economia que nos faz viver um desastre sócio/econômico, a pandemia apenas agravou o quadro, mas em 2019 o país já estava em recessão e é certo que sob o flagelo Bolsonaro jamais se levantará. Simples assim.


Nenhum comentário:
Postar um comentário