Ricardo Salles é o Ernesto Araújo do meio ambiente: arrogante, negacionista, fascista e desonesto por isso a decisão do ministro Alexandre Morais(STF) de investigá-lo por corrupção parece uma consequência natural do trabalho da justiça.
As acusações de corrupção, prevaricação, advocacia administrativa e, especialmente, facilitação de contrabando, são as marcas registradas de uma gestão trágica e criminosa, que se achava acima da lei na proteção a criminosos contumazes.
Espera-se que essa ação sirva, ao menos, para que a política do ministério do meio ambiente mude de orientação na medida em que o enquadramento à lei cria obstáculos ao favorecimento de foras da lei cujas práticas levaram o Brasil à condição de pária mundial.
Diante do afastamento de dirigentes de orgãos ligados ao ministério, caracterizados por práticas que iam na contramão das orientações legais, espera-se que esse afastamento seja extensivo ao ministro assim que suas movimentações fiscal e bancária forem analisadas judicialmente.
Enfim, é mais um negacionista que dança e deixa um cargo tão importante para o qual demonstrou não ter a mínima condição administrativa, nem moral, de assumir diante da clara disposição demonstrada de colocar o ministério à disposição de criminosos e destruidores de nossas riquezas naturais.


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