Por que a CPI do Genocídio vai reconvocar o general Eduardo Pazuello para depor? O ex ministro da Saúde já obteve adiamento da primeira convocação, um habeas corpus que permitia seu silêncio, todavia, passou dois dias seguidos mentindo cinicamente.
Pazuzu escapou de ser preso, como defendiam quatro generais do Alto Comando do Exército, beneficiado pelo insólito argumento da sua prisão parecer u sinal que o próximo passo seria a deposição de Bolsonaro do cargo de presidente da República, pelo Exército.
Alto lá. Baseado em que dispositivo legal da ordem jurídica do país os militares pretendem depor um presidente eleito pelo voto popular; nada a ver com a prisão de um fardado irresponsável, mentiroso e descumpridor contumaz dos regulamentos da caserna, sábado último.
Não punir Pazuello com a ordem de prisão foi um equívoco gigantesco do Exército, que colocou panos quentes na torpeza do general/ajudante de genocida; insensatez do tamanho da que cometerá a direção da CPI chamando novamente pra depor alguém que se auto indiciou.
Diante do corporativismo fardado, pode até ser que a caserna abrace novamente o mentiroso três estrelas, ao vê-lo como um dos seus sendo achincalhado, intimidando novamente Omar Aziz e fazendo com que o ex ministro saia do interrogatório revigorado e ileso diante de tantas mentiras que contou.
O mais certo a fazer é deixar o relator tirar conclusões a respeito do desempenho criminoso de Pazuello, tanto como ministro da Saúde quanto como depoente da CPI, daí responsabilizando-o pelo grande mal que fez ao povo brasileiro, conforme seu depoimento/confissão eivado de mentiras. Só isso.


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