Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Engolir o estelionato eleitoral, vá lá. Não dá pra engolir é o estelionato macabro


Como todo demagogo, Helder Barbalho não está preocupado com as consequências funestas de seu gesto tresloucado, de fazer tornar às aulas presenciais na rede pública, 15 dias após vacinação de cerca de 35% dos docentes.

Sua preocupação clara é com a louvaminha que sua medida porra louca e assassina gerará na mídia familiar, como se essa mórbida iniciativa fosse um ato de grandeza administrativa, nessa mediocridade geral que marca o atual governo.

Não esqueçamos que, em meados do ano passado, Helder fez a cachorrada de recorrer a um veterinário, e juntar este a um out sider da academia, a fim de passar maquiagem pseudo científica em um "estudo" que recomendava abrir tudo, pois o pior da pandemia já havia passado.

Hoje, quando o Pará caminha para bater nas 20 mil mortes decorrentes da pandemia, constata-se que o desatino do governador muito contribuiu com esses números macabros na medida em que os lobbies que o pressionaram foram além das recomendações formais mandando o isolamento social às favas.

Além disso, Barbalhinho mente mais uma vez quando diz que sua medida é decorrente de diálogo, entre outros, com os "sindicatos dos profissionais da área"; tanto não é que o SINTEPP está contestando publicamente a desastrada iniciativa, pela óbvia constatação das consequências trágicas que ocorrerão.

Helder tem entre seus aliados uma chusma de business educations, que claramente o pressionam há muito para que essas aulas presenciais voltem o quanto antes, a fim de dividir o desgaste por continuados óbitos na rede privada com a rede pública, algo que Helder agora atende trágica e finalmente.

 

2 comentários:

Anônimo disse...

Sem tirar, nem pôr. Brilhante análise. Eu não sei aonde esse gestor quer chegar.

Na Ilharga disse...

Obrigado. Simples: desde de 1º de janeiro de 2019 que só pensa na reeleição