Conhecedor minudente, por ofício, da bandidagem mundana, Boçalnaro tratou de dirigir-se a Arthur Weintraub qualificando-o pelo eufemismo "porra louca".
Na verdade, um bandido audacioso e crente na impunidade que a milícia planaltina o dispensaria como recompensa pela missão que lhe foi destinada: burlar a bula...da cloroquina.
Até aí, o enredo embrulha o estômago, mas estamos no submundo do crime onde, pelas reações agressivas, sabe-se quem são e deles nada se espera que não atos de vilania diversos.
O que causa perplexidade é saber que 10 MIL MÉDICOS aderiram à bandidagem, adotaram a farsa pseudo profissional como modus operandi macabro, cujo resultado foi a perda de várias vidas.
E agora? As entidades corporativas da área da saúde divulgarão os nomes desses malfeitores travestidos de médicos, ou o corporativismo prevalecerá e todos serão protegidos por uma ética típica de bandidos?
É positivo que a CPI do Genocídio convoque a depor o celerado Weintraub, todavia, se se desse ao respeito e respeitasse o cargo que ocupa, Guilherme Aras, o PGR, deveria abrir procedimento criminal contra essa quadrilha, ainda que isto custasse o fim do seu sonho de ser ministro do STF. Dignidade é tudo.


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