A SESMA teve um comportamento considerado exemplar até o domingo último(16), no tocante à distribuição das vacinas contra a covid destinadas a Belém.
Faço esse registro referente a limite porque hoje a coluna Repórter Diário, do jornal Diário do Pará, publica uma nota onde ecoa um possível descontentamento entre profissionais liberais com a vacinação efetivada domingo último.
Recapitulando, surgiram, domingo último, rumores que um lote de vacinas contra a covid, do laboratório Pfizer, estava pra ter seu prazo de validade expirado, daí a necessidade de uso emergencial daquele lote, evidentemente em algum grupo de risco.
Não foi o que ocorreu, segundo alguns integrantes dos grupos vacinados que ficaram de fora do contingente dos que tiveram a ventura de receber ao menos a primeira dose, por isso protestaram e o protesto chegou ao jornal Diário do Pará.
Em vez de grupos de risco, teria sido obedecido o lobby de alguns grupos acadêmicos de algumas universidades, onde foram contemplados veterinários da UFRA, Biomédicos da UFPA, Biólogos da UFPA e profissionais da Educação Física, também da UFPA.
Trata-se de rumores que se sobrepõe a fatos na repercussão, daí a necessidade da direção da SESMA vir a público e esclarecer o que de fato houve, principalmente o porquê de grupos não prioritários serem aquinhoados com vacinação, em um momento de tanta escassez de imunizante.

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