Na decisão do campeonato paraense, neste domingo, que poderá recolocar a gloriosa Tuna Luso Brasileira no topo do nosso futebol novamente, uma presença ilustre no estádio: o presidente da CBF Rogério Caboclo.
Estranhamente, vice da entidade, o paraense Antônio Carlos Nunes, estará ausente por alegada precaução sanitária, embora o ex manda chuva da FPF seja um octagenário já vacinado com as duas doses, o que lhe daria maior segurança.
Caboclo atualmente está sob fogo cerrado, segundo lacônica informação(?) da midiazona, por ter exonerado de um cargo de confiança uma antiga funcionária da entidade comprando, assim, uma briga gigantesca com o conhecido "lado sujo do futebol".
Não. Não estou afirmando que Rogério é um santo, mas, convenhamos, se é adversário de párias como Marco Pollo Del Nero e Ricardo Teixeira, um banido do futebol e o outro escondido pra não ser preso, é porque algum mérito há de ter, assim como a tal exoneração não é o principal motivo da divergência.
Por isso, tomei emprestado o título do livro de Amaury Ribeiro Jr; Leandro Cipoloni; Luiz Carlos Azenha e Tony Chastinet onde é exposta a chaga da bandidagem praticada por João Havelange e Ricardo Teixeira à frente da CBF, inclusive envolvendo parte da mídia tupiniquim, bandidagem da qual Nunes é herdeiro.
Foi na gestão tampão de Nunes, na CBF, que aprovaram a composição política que confere poder político a currais eleitorais de federações estaduais, alcunhadas de ligas esportivas, em prejuízo de clubes do porte da Tuna a fim de eternizar no poder corrupto do nosso futebol esses malsinados coronéis.
Felizmente, a grandeza da TUNA triunfou.


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