Jair Bolsonaro é, talvez, o mais infame político que este país já conheceu, e olha que há muito patife espalhado por aí distribuindo iniquidades e surrupiando direitos alheios.
Todavia, nada comparado ao que faz esse sociopata, de certa forma, até acobertado em seus malfeitos por uma imprensa conservadora e tolerante com quem atenta contra os mais vulneráveis economicamente.
A Farmácia Popular, um programa criado por Lula em 2004, distribuía gratuitamente medicamentos para hipertensão, diabetes e asma, além de vender com 90% de descontos remédios para rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma.
Mas, o perverso e sórdido atual presidente vem fazendo cortes nas verbas destinadas a subsidiar essas ações, mesmo sob uma pandemia que desgraça a vida de todos; os cortes de recursos efetuados em 2020 ensejaram que mais de 1200 milhão pessoas fossem excluídas do benefício.
Como se já não bastassem cortes na concessão de BPCs(benefícios de prestação continuada); cortes nos recursos destinados ao seguro desemprego e cortes em benefícios previdenciários, tudo para economizar R$26 bilhões e destinar esse dinheiro para atender emendas parlamentares ao orçamento.
Essa é a austeridade de fancaria, que a retórica midiática em coro com jogral político que cantou o golpe como a redenção do país legou ao povo; não por acaso, atualmente assistimos nos quatro cantos do imenso território brasileiro ações de arrecadação de alimentos a fim de minorar o sofrimento dos miseráveis vitimados pelas consequências dessa 'austeridade'. Triste!


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