Segundo os sussurros emanados das alcovas políticas, estaria em curso um golpe reverso, aquele em que a vítima é o próprio autor, estando Bozo na linha de tiro pra ser submetido a um processo de impeachment.
O general Rego Barros, deu a senha oriunda do Exército, ao declarar que "o amadurecimento intelectual- característica marcante na formação dos atuais chefes- não esteve presente em sua trajetória(de Bolsonaro)".
Já Tasso Jereissati é voz ativa nos meios econômicos e políticos, muito influente entre a elite brasileira, declarou ter desistido da crença que o capitão pode regenerar-se, chegando ao ponto de duvidar publicamente da sanidade mental do presidente.
Por último, o jornalista Merval Pereira, porta voz da famiglia Marinho, também afirma a queda no descrédito, por parte do inquilino do Palácio do Planalto, ressaltando que o general Mourão traria tranquilidade ao país, certamente não pela distribuição de maracujina.
E há, ainda, a oportunista nota lançada pelos brancaleones que sonham com a faixa presidencial e a rampa do Planalto, só faltando votos para realização desse pesadelo, depois de vitimados por Bozo, ameaçados pela vinda de Mourão e ainda o risco da unção de uma daquelas malas subscritoras da tal nota.
Caso vingue o impeachment, o próximo passo dos autores de mais essa artimanha será a exclusão de Lula do processo sucessório, por ser imbatível em uma disputa com todos esses juntos e somados, e mais uma sórdida campanha midiática contra o PT, valendo até o recurso aos mesmos métodos que elegeram Bozo.


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