Primeiro foi o governador de São Paulo, João Dória Jr, que desqualificou o comitê bolsonarista pra pensar meios de combater a pandemia, acusando-o de 'comitê da bajulação'.
Depois foi o governador do Piauí, Wellington Dias, que desceu o cacete na desastrada tentativa do presidente de impor seus desatinos através da 'terceirização' de estados e municípios nas mãos do presidente do Senado.
Salta aos olhos a indigência mental na estratégia, não que alguma vez se tivesse algum rasgo de lucidez vindo desse governo, mas a reedição da centralização política na Arena dos eventos governamentais vai muito além do tolerável.
Diante da pouca representatividade do tal comitê, bem como a exclusão dos nacos mais representativos do país, apenas porque o presidente acha que não deve ser contrariado por quem ele acha subalterno é estupidez casernosa em demasia.
Já vimos esse filme: contrariado, Bolsonaro largará tudo de mão e saira acusando os governadores de boicote, tão somente porque não se submeteram ao seu autoritarismo tosco, o gado adorará, mas o país continuará chafurdando na iniquidade. lamentável!


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