Parcialidade para o caso do juiz Sérgio Moro acaba soando como eufemismo, diante do rosário de malfeitos jurídicos que distribuiu a desafetos ao longo da farsesca operação Lava Jato.
Despudorado em seu comportamento geral, tanto de toga ou à paisana, não se furtou a participar de convescotes com interessados nos resultados políticos de seu trabalho ardiloso, sempre se achando discreto.
Não era, mas nunca se deu conta disso, por isso acabou indo longe demais em seu relacionamento promíscuo com segmentos políticos, como a mídia partidarizada, acabando traído por seu deslumbramento caipira.
Medíocre por formação e convicção, poderia ao menos por tática de ocultação adotar o recato como conduta pessoal, seu vedetismo e de seus comparsas de MP acabou falando mais, e a vaidade retirou a escada quando o bobo estava lá no alto.
Independente do que venha acontecer, sua imagem de reserva moral foi atirada ao lixo junto com seu comportamento fora da lei, disto decorrendo que seus sonhos políticos ficam adiados sine die, isto se coisa mais grave ainda não acontecer, se é que me faço entender.
Definitivamente a pátria não precisa de heróis, principalmente esses fabricados artificialmente e geralmente para atingir alguma finalidade escusa, sempre na perspectiva de que a farsa é para sempre. O tempo e os fatos mostraram quão tola é essa crença. Paciência!


Nenhum comentário:
Postar um comentário