É preciso seguir dando prioridade às candidaturas de jovens, mulheres, negras e negros, LGBTQI+, trabalhadores da saúde e da educação, que têm sido linha de frente na resistência democrática. Neste processo, nosso partido deve dialogar com lideranças da sociedade civil que têm se mobilizado contra Bolsonaro, convidando-as a que participem, desde o princípio, da nossa agenda de Reconstrução e Transformação do Brasil. É imprescindível, portanto, fortalecer o PT em sua estrutura, sua comunicação, sua capacidade de interlocução com os movimentos sociais e o conjunto das trabalhadoras e trabalhadores brasileiros para o sucesso nos desafios que se avizinham. Orientamos também os nossos Núcleos de Vivências, Estudos e Lutas, que estão surgindo a partir do projeto “Nova Primavera”, diretórios zonais, diretórios municipais a construir ações de solidariedade nos bairros, comunidades, locais de trabalho e de estudo, tais como arrecadação e distribuição de alimentos, máscaras e álcool em gel.
Esse é um dos itens de uma resolução do Diretório Nacional do PT, publicada hoje no site do partido, que traça diretrizes importantes na preparação da ação política que norteará a militância no enfrentamento com os fascistas.
Como se pode constatar, há ênfase na priorização para ações que permitam o surgimento de novas candidaturas, oriundas principalmente de movimentos sociais, assim como a massificação das ações do projeto "Nova Primavera", que exercita a solidariedade visando minorar o sofrimento dos deserdados por esse governo fascista e neoliberal.
É preciso que a militância tome conhecimento dessa resolução, bem como do papel que lhe cabe nesse quadro político sombrio que o país ora atravessa, na perspectiva do nosso fortalecimento político e de nossa candidatura presidencial para 2022, a partir do desmascaramento daquela narrativa falsária que excluiu Lula da disputa anterior.
À LUTA, COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS!!!


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