Uma advogada septuagenária foi a um hospital, em Santos(SP), queixou-se de tosse e frio, sugeriu que poderia estar com covid19 e quase exigiu que fosse lhe dada azitromicina e cloroquina.
O médico descartou a possibilidade, tentou bater uma chapa do pulmão daquela senhora, que recusou submeter-se aos procedimentos médicos e insistiu que só queria o "remédio de Bolsonaro".
Diante da recusa do esculápio, que até alertou para os efeitos colaterais das duas drogas e do risco que causariam à saúde, a senhora saiu cuspindo fogo do consultório e foi xingar o dotô nas redes sociais.
O caso foi parar na justiça da Santos, onde o juiz deu ganho de causa ao médico, arbitrou multa à senhora bolsonarista e ainda pediu desculpas ao profissional desancado por agir dentro dos padrões éticos.
Historinha real, com cara de estorinha fantástico/patética, a mostrar ao país como o fascismo decretou a burrice como ciência oficial, a ponto de ameaçar punir quem a ela não adere. A que ponto chegamos.


Nenhum comentário:
Postar um comentário