Se não é caso único, e não deve ser, Joaquim Passarinho, hoje deputado federal(PSD/PA), constitui-se em autêntico Átila dos dinheiros públicos, pois onde administrou deixou rombos colossais.
Presidente da Câmara Municipal de Belém, na virada do século XX para o XXI, notabilizou-se por colocar na rua dezenas de funcionários protegidos por normas constitucionais ainda vigentes.
Resultado: o Poder Legislativo Municipal da capital foi derrotado na justiça por quem sentiu-se prejudicado e até hoje o contribuinte paga pela arrogância e despreparo do citado algoz travestido de austero.
Agora, a propósito de uma investigação já avançada em conclusões, a justiça paraense descobre que um programa do governo Jatene deu um prejuízo ao erário estadual na ordem de R$1 bilhão.
E lá, segundo depoimentos prestados ao juízo, tudo começou quando Joaquim Passarinho foi secretário de obras de Simão, embora, obviamente, nem todo esse rombo tenha ocorrido sob sua gestão, de 2011 a 2014.
Mas é estranho que Joaquim tenha saído da Secretaria de Obras do Pará direto para a Câmara Federal, depois de derrotado, em 2010, na busca por uma vaga na Assembleia Legislativa, causando estranheza essa repentina tonificação eleitoral.
Tomara que a justiça aprofunde ao máximo essas investigações e descubra todos os veios desse labiríntico programa privata, tocado sempre por gente tão suspeita de mau uso do dinheiro público quando o escorregadio Joaquim que virou Passarinho.


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